domingo, 8 de setembro de 2013

Canto Da Sereia

Daniel Augusto dos Santos


Respirar fundo
E manter a cabeça em seu lugar
Já dizia a musica
“Marinheiro ê marinheiro ah
Marinheiro ê ,o Sol vai se perder no mar”

Um canto acalanto
Choro preso
Entretanto
Vi uma luz pra me salvar
E choro que era constante
Secou e foi parar no mar

Oh meu Deus
Nos abençoe
Que proteja toda ida
E a partida acompanhe

Quem disse que toda vinda
E seria difícil deixar
Os pensamentos e a sereia
Que eu encontrei no mar

“Marinheiro ê marinheiro ah
Marinheiro ê o Sol vai se perder no mar”

Já rezei pra toda crença
Pra Deus e pra Oxalá
Que não deixasse a o meu amor
Nos braços de Iemanjá
Solitário navegante
Eu espero encontrar
A resposta do por que
Não fiquei com ela lá

Mãe Oxum me da licença
Que eu quero navegar
Ò meu Deus me ajude
Porque também vou pro fundo do mar

Solidão não me agrada
Por isso eu volto pra lá
“Marinheiro ê marinheiro ah
Marinheiro ê o Sol vai se perder no mar”
Segurei o meu pranto
Pro teu canto não atrapalhar

E hoje vi minha sereia dançando a beira-mar

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Nascia a liberdade de amar
 Daniel Augusto dos Santos

Noites de encanto e magia
Berço da sabedoria
Razão do meu cantar
Nasceu a liberdade a ferro e fogo
Meu coração vira o jogo
 E faz de novo pulsar

Eu voltei a ser o que era
Pelo menos tento
Daí eu faço do amor um carnaval
E lá vai o seu rebento

Filho da noite
Filho da folia
Filho do amor
 De um sonho eu despertei
Ressurgi
Ressurgi pra vida
Um novo homem
Só o tempo dirá
É sempre bom esperar

 Vem ver
Vem ver a bateria “arrepiar”
Vem ver o coração se envolver
E por você me apaixonar
Pra enxergar a razão fui buscar
A luz da imaginação encontrar
A resposta que eu sempre quis
Viajei num universo multicor
Um mundo diverso e encantador
A trajetória A história
 De um grande amor

 Nascia a liberdade
Da canção
Tom maior
Dessa paixão
Uma semente que brotou
Floresceu pra eu me apaixonar

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013


Dicas de um coração o desabafo de amor
Daniel Augusto dos Santos


Já amei tanto
Que as vezes esqueci  de mim
Já seduzi controlei
Dei conselhos de amor
Apareci em cada lugar
Então...
Resolvi aparecer de novo
Sou eu o “coração”

Amando de verdade
Dessa vez e de novo
Sou um sujeito privilegiado
Sou escondido
Mas mesmo assim sou amado

Por falar em amor
Quantas vezes da pra amar loucamente?
Se entregar  por inteiro
Nem melhor nem pior  mas aquele amor diferente

A mesma lua que te viu nascer
Brilha no céu
Volta pra te ver...
Deixa eu te amar
 Assanha-me com teus beijos
Faz-me sonhar

Tai o que qualquer um queria
Cantar sonhar assim...
 A emoção transborda na veia
Meu coração
A gente festeja
Vamos sorrir amar enfim
E para sempre a gente ser feliz

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Enquanto houver luz


 

Daniel A. dos Santos

 

 

Sacrifícios

Devem ser feitos às vezes

Dói perder...

Mas não da mais pra segurar

E eu vou fazer o que?

 

O tempo nunca me deu tempo

Pra dar um tempo e respirar

Sufocou-me e tirou de mim

Todo o meu ar

 

Doeu demais

Posso confessar que ainda dói

Ventos de mudança sugiram

Mas até cicatrizar a ferida

Nem parece que eu vivi essa vida

E que vou renascer

 

Enquanto houver esperança
Eu vou acreditar
Enquanto houver sol
Eu tenho certeza que vai clarear
Enquanto eu viver
Eu sei que tudo vai mudar
 
Eu vou dar a volta por cima
Seja do jeito que for
Como for
Ressurgirei das cinzas pra viver
Mais um sonho de amor

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Novas Histórias Poetizadas - Recomeço


Novas Histórias Poetizadas

Daniel Augusto dos Santos

 

Há quanto tempo não te vejo

Caneta lápis e papel

Há quanto não escrevo

Esse singelo menestrel

 

Obrigado por voltar inspiração

Obrigado por tudo

Por toda emoção

Que você proporcionou

 

Por escrever aventuras

Histórias tristes

Histórias alegres e loucuras

Obrigado inspiração

Por me dar esse dom

 

O brilho do sol já vai clarear

Eu to desfolhando paginas

Pesquisando pra te achar

De onde sai você

Que nasce cresce

A mente comanda e o corpo obedece

 

A inspiração voltou

Pode dar em tudo ou em nada

Recomeçando o recomeço

De novas histórias poetizadas

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Trovadores do Amanhã



Daniel A. dos Santos e Webster Silas

Eu vejo nesse mar de fantasia
Faço magia pra espantar a dor
Na noite sombria
Eu miro a lua e me visto de trovador
Tudo novo vida nova como deveria ser
Era tudo o que eu deveria saber
Algo que me fizesse crescer
Mas tudo não passou de uma ilusão do anoitecer

O ano começou mas estou aqui nesta mesma situação
Vivendo e revivendo essa triste ilusão
Tudo começou com uma nova explosão
Que destruiu definitivamente resquícios de amor do meu coração

Explodiu
Ah me enganou...
A fantasia caiu
A flecha lançada perfurou
Doeu demais o tombo
Pra me reerguer foi mais um sacrifício
Artifício, artimanha
E os fogos acabaram
O dia não se manifesta nem se assanha

A festa acabou
Um dos maiores espetáculos
Já foi
Recomeçar
É a palavra chave...
Chave que pode abrir muitas portas
E quem sabe
O coração despedaçado
Volte a pulsar forte

Sai “de retro” vai assombração
Volta pra ilusão do além
Nas frases fortes do meu verso
Esse bicho “perverso”
Não pega mais ninguém

Da minha oração
Vai de encontro ao seu coração
Faz minha alegria
É mais que amor é devoção
Porque a tristeza esse ano
Não me pega mais não

A reverência aos escritores - Alquimistas das letras


Por: Daniel Augusto dos Santos

Lendas mitos e magia
Histórias que encantam
Uma frase uma prosa uma poesia
As palavras marcam ficam estampadas
Encantadas ou não
Em versos de alegria ou depressão
A primeira parte da reverência
Começará então

Em cenas peças viajei
Vi artistas atrizes, atores
Se renderem a magia
Os verdadeiros alquimistas; os escritores
Que fazem escrituras serem seculares
Milenares...
Desperta a imaginação
Aguça a curiosidade
Conduz cada ação

“Decifra-me ou devoro-te”
A arte que toma forma
Segue nas asas da imaginação
Consagrando a criação
As letras vão se “movendo”
Descrevendo cada transformação

Criadores do impossível
E fazem ficar nítido
Visível
A alquimia é o dom de transformar
Criando sonhos e recriando a fantasia
A mágica faz alegrar
Rir e chorar

Os “magos” nem sempre são visíveis
Alguns pouco conhecido são
Mas o sorriso de quem os lê
Ou ouve suas declamações canções
É o paraíso
Uma recompensa pra quem tanto “arquiteta”
Fabulas, contos, histórias sem fim
Aos alquimistas das letras
A minha saudação
E o muito obrigado por serem assim